Taxação na Distribuição de Lucros: como pagar menos impostos e se preparar agora
- angelicasoaresstam
- há 5 horas
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A partir de 2026, a taxação sobre a distribuição de lucros deve entrar em vigor, alterando de forma significativa o planejamento tributário de empresas de todos os portes.
Essa mudança representa um novo cenário fiscal, em que o lucro distribuído aos sócios deixará de ser isento, exigindo ajustes estratégicos nas finanças empresariais.
Sua empresa está 100% preparada para essa mudança?
Confira aqui o que muda com a nova regra, quais impactos esperar e como as empresas podem se preparar desde já para pagar menos impostos e proteger o caixa com segurança e eficiência.
O que é a taxação da distribuição de lucros? E o que muda em 2026
A distribuição de lucros é a forma pela qual as empresas repassam aos sócios ou acionistas o resultado positivo obtido em suas operações, após o pagamento de todos os tributos.
Atualmente, essa distribuição é isenta de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que os valores sejam devidamente apurados na contabilidade.
O que muda em 2026?
A partir de janeiro de 2026, lucros e dividendos pagos a pessoas físicas passarão a ter retenção de 10% de Imposto de Renda. Essa tributação será aplicada somente sobre valores que ultrapassarem R$ 50 mil por mês, considerando cada empresa e cada beneficiário separadamente.
A cobrança será feita na fonte, ou seja, no momento em que a empresa efetuar o pagamento.
Lucros distribuídos até o limite de R$ 50 mil mensais continuam isentos, desde que estejam regularmente apurados na contabilidade.
Na prática, a mudança exige revisar o formato de retiradas (entre pró-labore e lucros), controlar o teto mensal por beneficiário e reforçar a escrituração, para otimizar carga tributária e preservar o fluxo de caixa.
Como se preparar desde já para pagar menos impostos
1. Avalie o regime tributário atual
Revise se o modelo adotado pela sua empresa (Lucro Presumido, Lucro Real ou Simples Nacional) continua sendo o mais vantajoso. Dependendo da margem de lucro e do setor de atuação, pode haver diferenças relevantes de carga total, mesmo com a nova taxação.
2. Considere a antecipação de lucros
Empresas com lucros acumulados até 2025 podem planejar a deliberação e distribuição antecipada desses valores ainda sob a regra de isenção, observando os prazos legais e a escrituração contábil formal.
3. Estruture o equilíbrio entre pró-labore e lucros
A partir da taxação, a proporção entre pró-labore (tributado via INSS e IRRF) e lucros (agora parcialmente tributados) deve ser revista. Um bom equilíbrio entre as formas de retirada pode evitar aumento da carga total sobre os sócios.
4. Utilize a contabilidade consultiva como ferramenta estratégica
Com simulações e projeções personalizadas, é possível estimar o impacto real da nova lei e adotar medidas preventivas para preservar o caixa e manter a competitividade.
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